Sexta-feira, Novembro 06, 2009
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
Diana Krall - A case of you
Diana Krall no Rosa Mota 11-10-2009
Segunda-feira, Setembro 28, 2009
Domingo, Setembro 20, 2009
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Domingo, Julho 05, 2009
Tortoise - Beacons of ancestorship
as melódicas apresentadas, que nunca são muito desenvolvidas. «Northern Something», «Penumbra», «Gigantes» são exemplo disso. «High Class Slim Came Floatin' In» e «Prepare your coffin» abrem o álbum e ainda fazem lembrar os cânones Tortoise, mas o resto do álbum é claramente inovador, mesmo para uma linguagem tão diversificada e eclética como sempre foi a destes Americanos de Chicago.A ler na net: Análise do álbum (bem melhor que esta) de Nuno Proença no Bodyspace, entrevista a Doug McCombs tb no Bodyspace
Sábado, Junho 20, 2009
Sábado, Junho 06, 2009
Keith Jarrett Trio - Yesterdays
Para uma previsão do que ganham ao ouvir estas pérolas siga até aqui.
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Terça-feira, Maio 19, 2009
Sábado, Maio 16, 2009
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Steve Vai - For the love of God
a maioria das tentativas de associar uma orquestra à guitarra eléctrica/música rock não são bem sucedidas. Aliás são mesmo insuportáveis (penso nos Metallica, por exemplo). Por vezes a orquestra imita os teclados que por sua vez (na música rock) tentam imitar as texturas orquestrais... dá cá um feedback conceptual!
Este exemplo que vos deixo parece-me ser ... pelo menos suportável. Para mim que estou apaixonado por esta canção vai para vinte anos, este é um exemplo feliz dessa ligação entre dois mundo musicais diferentes.
Domingo, Maio 10, 2009
Sábado, Maio 09, 2009
Sexta-feira, Maio 01, 2009
Segunda-feira, Abril 20, 2009
Sexta-feira, Abril 10, 2009
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009
Segunda-feira, Janeiro 19, 2009
Fazer é sempre urgente!
Façam!
Sexta-feira, Janeiro 09, 2009
Quinta-feira, Dezembro 25, 2008
Dream Theater e Keith Jarrett
Terça-feira, Novembro 18, 2008
Domingo, Novembro 02, 2008
Quarta-feira, Outubro 29, 2008
Domingo, Outubro 19, 2008
Sábado, Setembro 27, 2008
Quinta-feira, Janeiro 24, 2008
Gaiteiros de Lisboa
Terça-feira, Novembro 13, 2007
Domingo, Outubro 28, 2007
Pat Metheny
Quinta-feira, Outubro 25, 2007
David Sylvian
sala cheia
as palavras em primeiro plano, mas sempre com um apurado trabalho de construção musical sob (e sobre) elas.
Theatro Circo em Braga
sobressai a capacidade reconstructiva: Ghosts estava irreconhcível, não fossem as palavras
assim vale a pena comprar um bilhete - ouvir o que ainda não se ouviu nem se podia ter ouvido
não podia ser arrebatador, pofrque já não tenho idade para arrebatamentos com canções pop, mas é uma sensação única ir ouvindo sons novos e de repente acordar dentro de uma canção como Ghosts,
ou começar a noite com Wonderful World
terminar com Wanderlust - minha pérola preferida do catálogo sylvian - foi perfeito.
folguei verificar que gente distinta que faz música em portugal lá estava também... Hélder e Manuela dos Clã, Adolfo dos Mão Morta, Guedes dos Blind Zero... mas o lobby não era o meu espaço
eram as canções
quem me dera criar canções assim!
Quinta-feira, Agosto 16, 2007
Clássicos em agosto
Domingo, Julho 15, 2007
QOTSA
Bloc Party
Sexta-feira, Junho 22, 2007
Analisar Zappa

Obviamente comunicar os sons que resultaram daí, sem recorrer a uma gravação, implica notar esses sons, isto é, transcrever os sons para uma linguagem escrita. Mas esta linguagem é artificial. Saber se esta linguagem descreve verdadeiramente os sons que zappa produziu é um problema semelhante a saber se a física e a química descrevem realmente o que se passa no mundo. Podem servir para nos entendermos, prevermos e alterarmos fenómenos (sonoros, metereológicos, etc.).
Domingo, Junho 17, 2007
Zappa
Sábado, Abril 21, 2007
Andrew Hill
A música ficou mais pobre. Ficamos todos mais pobres.
Crítica da crítica
um JB que escreve no público adjectivou um dos pianistas «top ten» do jazz mundial com as seguintes expressões:
«meloso»
«chato como sempre»
«engraçadinho que sabe dar notas»
Não gostar do tal pianista é legítimo. Enquanto alguns afirmam que será sucessor de Keith Jarrett outros dizem que Jason Moran é bastante melhor do que ele. Mas, usar aquelas expressões parece-me que diminui quem as escreve aos olhos do público leitor.
Onde está a análise crítica da sua prestação? Em que critérios se baseia JB para o definir como meloso?
Há hoje um debate enorme sobre a crítica (ver, por exemplo, o que escreveu Eduardo Prado Coelho recentemente no público). Mas o problema é complexo:
1) é a falta de formação musical de quem fala sobre música, a falta de formação literária de quem fala de literatura, etc...;
2) é a incapacidade de analisar imparcialmente um trabalho;
3) é a incapacidade de enquadrar um trabalho artístico na história de uma disciplina, ou corrente;
Não será preciso exigir mais qualificação a quem escreve sobre arte?
Não será preciso exigir mais conhecimento a quem escreve sobre arte?
Já agora, Não será de esperar mais educação a quem escreve sobre arte?
Não conheço JB! Mas tenho muitas saudades do Fernando Magalhães!!!
Terça-feira, Abril 17, 2007
Sábado, Fevereiro 24, 2007
Domingo, Fevereiro 11, 2007
Sábado, Dezembro 30, 2006
Brad Mehldau...
Obrigado pela informação, Sérgio!
Terça-feira, Dezembro 19, 2006
Quinta-feira, Dezembro 14, 2006
Duas ofertas de Natal antecipadas
Metheny e Mehldau combinam sons de dois instrumentos harmónicos. quem esperasse confusão ou conflito esperou mal. quando Metheny fala com melodias de Mehldau este ouve e vice-versa. os egos ficaram na portaria do estúdio. repare-se também na escolha de timbres por parte de Metheny e Mehldau. um troca de guitarra ou introduz o sintetizador de guitarra... outro fá-lo só com os dedos. um altera fraseados, arpejos, ... outro acompanha impecavelmente cada som das cordas dedilhadas com percussões soberbas nas outras cordas... ena! já abusei dos adjectivosSegunda-feira, Novembro 13, 2006
Jarrett - Peacock - DeJohnette
venha o hancock.
Quinta-feira, Novembro 09, 2006
é domingo...
Domingo, Outubro 29, 2006
Sérgio
pela amostra radiofónica é vintage - veremos.
Terça-feira, Agosto 29, 2006
Jarrett no «You Tube»
Terça-feira, Junho 27, 2006
Segunda-feira, Junho 19, 2006
Keith Jarrett
Quinta-feira, Maio 04, 2006
«Quando é arte?»
"A literatura da estética está atafulhada com tentativas desesperadas para responder à questão «O que é arte?» Esta questão, muitas vezes irremediavelmente confundida com a questão «o que é boa arte?», é crucial no caso da arte encontrada – a pedra apanhada na entrada da garagem e exposta num museu – e agrava-se ainda mais pela promoção das chamadas arte ambiental e arte conceptual. O pára-lamas amachucado de um carro numa galeria de arte é uma obra de arte? E como considerar algo que nem é sequer um objecto, e não está exposto numa galeria de arte nem num museu – por exemplo, o escavar e encher um buraco no Central Park como prescrito por Oldenburg? Se estas são obras de arte, então todas as pedras nas entradas das garagens, todos os objectos e acontecimentos são obras de arte? Se não o são, o que distingue aquilo que é daquilo que não é uma obra de arte? O facto de estar exposto num museu ou numa galeria? Nenhuma destas respostas faz prevalecer qualquer convicção.
Como observei no início, parte da dificuldade reside em perguntar a questão errada – em não conseguir reconhecer que uma coisa pode funcionar como obra de arte em certos momentos e não noutros. Nos casos cruciais, a verdadeira questão não é «Quais os objectos que são (permanentemente) obras de arte?» mas «Quando é que um objecto é uma obra de arte?» – ou mais brevemente «Quando é arte?»
A minha resposta é que exactamente como um objecto pode ser um símbolo – por exemplo, uma amostra – em certos momentos e em certas circunstâncias e não noutras, assim um objecto pode ser uma obra de arte em certos momentos e não noutros. Na realidade, exactamente por funcionar, e enquanto funcionar, de determinado modo como um símbolo, um objecto torna-se uma obra de arte. A pedra normalmente não é nenhuma obra de arte enquanto está na entrada da garagem, mas pode ser tal quando exposta num museu de arte. Na entrada da garagem, ela não realiza habitualmente nenhuma função simbólica. No museu, ela exemplifica algumas das suas propriedades – e.g. propriedades de forma, cor, textura, etc. – O abrir e fechar do buraco funciona como uma obra enquanto a nossa atenção está dirigida para isso enquanto símbolo exemplificativo. Por outro lado, uma pintura de Rembrandt pode cessar de funcionar como uma obra de arte quando usada para substituir uma janela quebrada ou quando usada como coberta."
Nelson Goodman, in Modos de fazer mundos, ASA, pp. 113,114.
Segunda-feira, Abril 03, 2006
Bernardo Sassetti
Entre esses poucos estão os músicos. Os pianistas. Como Sassetti. Esperar por ele foi difícil. Já sabíamos que era muito bom. Talentoso. Dotado. Trabalhador. Mas tivemos que esperar pelo seu lado trabalhador que durante anos acumulou horas de trabalho e dedicação. Horas de palco e de solidão de ensaio e estudo... para em pouco tempo termos disponíveis alguns registos de qualidade universal. Sim, porque nem os melhores (Mehldau e Jarrett) ouviriam com sobranceria estes álbuns de Sassetti. Julgo eu. Tenho absorvido avidamente todos os sons de «Indigo», «Nocturno» e «Ascent» e considero-os dignos de qualquer palco e de qualquer etiqueta discográfica clássica. Aconselho a urgente audição destes registos, obviamente, a quem gosta de piano. Não necessariamente de jazz. O Jazz está lá com maiúscula, não fosse Monk uma das influências maiores sobre Sassetti. Mas está lá o piano contido (o piano lisboeta... o piano «fado») que pode servir de introdução aos ouvidos menos treinados no swing. Ou aversos a ele!
Comecem por Indigo.
A clean feed está de parabéns pela aposta na música portuguesa. Pelo risco que isso comporta. Pelo simples facto de existir uma editora especializada em música jazz em portugal. Só a sua existência é uma vitória. Bem hajam.
Sábado, Janeiro 21, 2006
Robyn Hitchcock & The Soft Boys
Começo o ano a descobrir Robyn Hitchcock.- Primeira referência: lembrança de uma cassete vhs (gravado por um amigo na 2 à muito muito tempo) com um concerto-filme. Os discursos introdutórios às canções ficaram na memória.
- Segunda referência: uma versão de um clássico de Syd Barrett (archive) «Gigolo Aunt» realizada pela sua banda The Soft Boys. Quem gosta de Syd Barrett (vh1 link) tem sempre qualquer coisa a dar musicalmente (Ver a propósito grupo de discussão Vegetable Friends dedicado a Barret e a Hitchcock). Outra versão de referência: Bob Dylan, «Shelter from the storm».
- Terceira referência: uma canção chamada DeChirico Street do album Moss Elixir. Quem aprecia a pintura de DeChirico tem sempre qualquer coisa de relevante a dizer sobre o mundo.
- Quarta referência: um músico que se faz valer de uma guitarra e de umas canções e enfrenta o público com estas armas merece uma audição. No mundo da música actual em que a tecnologia consegue milagres, ver um artesão do rock'n'roll à antiga é uma raridade a aproveitar.
- Sugestão 1 : Mr Kennedy canção do último álbum dos The Soft Boys, «Nextdoorland». Musicalmente agradável. Com palavras despretensiosas. À espera da chuva que talvez caia esta noite.
- Sugestão 2 : «Obliteration pie», ou «Spooked», últimas peças deste artesão.
Quinta-feira, Dezembro 08, 2005
Dezembro
A confirmação do melhor som Sylvian.
Aconselhável para qualquer prenda de Natal sensível, poética e inovadora. Afinal, Sylvian não é mainstream.
E ainda bem!!!
Sugestões para ofertas natalícias: The sea and cake, e Tortoise.
Para lá das convenções sonoras que nos esmagam os sentidos e petrificam os sentimentos, verdadeiros sons abertos,
que esperam compreensão, não a oferecem
que exigem calma, não apressam
Quarta-feira, Novembro 02, 2005
Novo conceito editorial
Terça-feira, Novembro 01, 2005
Todos os Santos
Quarta-feira, Outubro 05, 2005
Nine Horses

Quarta-feira, Setembro 28, 2005
Destaque
Punishing Kiss/But one day
Segunda-feira, Setembro 26, 2005
Terça-feira, Setembro 13, 2005
Heavy? Pós-Heavy???
A descobrir agora com urgência pelos adeptos dos sons carregados de distorção existem umas bandas que alguns apelidam de pós-heavy, tal como existe um pós-rock... Etiquetas mal forjadas para sons que não se deixam catalogar. São bandas que se caracterizão por não cair nos conceitos típicos de canção, ou de composição pop-rock clássica: verso-refrão com variações. Privilegiam na maioria melodias e soluções ousadas ao nível de efeitos e de instrumentação.
Oiçam Pelican, Tristeza e Red Sparowes. Não vão descobrir mais do mesmo. O som é áspero às vezes, mas também é delicado. Os Pelican estão mais perto dos tradicionais conceitos sonoros do heavy metal, mas são todos bons exemplos de como ser criativo no panorama «pronto-a-consumir» que domina a música. E não me refiro apenas ao maistream. Na música dita alternativa existe muita música pobre. É a clássica diferença entre ser simples e simplório.
Segunda-feira, Setembro 12, 2005
Keith Jarrett
Senhor de muitos sons, Keith Jarrett é, ainda, o melhor. Basta ouvir «Radiance», o seu último disco editado. Desde o belíssimo La scala que não tinhamos registo novo a solo. Acompanhado por Jack Dejohnnette e por Gary Peacock tem editado alguns dos melhores discos jazz de sempre. Whisper Not ainda não saiu da minha memória - escute-se o clássico Poinciana (e já agora, a versão de Ahmad Jammal, uma das inspirações de Jarrett).(Agradeço a foto ao autor e ao site jazzitalia.net)
Quinta-feira, Setembro 01, 2005
World Citizen (Sylvian/Sakamoto)
(Words by David Sylvian)
There goes one baby's life
It's such a small amount
She's un-American
I guess it doesn't count
Six thousand children's lives
Were simply thrown away
Lost without medicine
Inside of thirty days
In the New York harbour
Where the stock's withheld
It was the price we paid
For a safer world
World is suffering
World is suffering
World is suffering
World citizen
In Madhya Pradesh
Where they're building dams
They're displacing native people
From their homes and lands
So they hunger strike
Cos they believe they count
To lose a single life
Is such a small amount
In the name of progress
And democracy
The concepts represented in name only
His world is suffering
Her world is suffering
Their world is suffering
World citizen
World citizen
And the buildings fall
In a cloud of dust
And we ask ourselves
How could they hate us?
Well, when we live in ignorance and luxury
While our super powers practice
Puppet mastery
We raise the men
Who run the fascist states
And we sell them arms
So they maintain their place
We turn our backs
On the things they done
Their human rights record
And the guns they run
His world is suffering
Her world is suffering
Their world is suffering
World citizen
My world is suffering
Your world is suffering
Our world is suffering
World citizen
Who'll do away with flags?
Who'll do us proud?
Remove the money from their pockets
Scream dissent out loud?
Cos god ain't on our side
The shoe won't fit
And though they think the war is won
That's not the last of it
Disenfranchised people
Need their voices heard
And if no one stops to listen
Lose their faith in words
And violence rises
When all hope is lost
Who'll embrace the human spirit
And absorb the cost?
Not one life is taken
In my name
In my name
His world is suffering
Her world is suffering
Their world is suffering
World citizen
My world is suffering
Your world is suffering
Our world is suffering
World citizen
© 2003 by David Sylvian/Opium (Arts) Ltd
Coragem para descobrir clássicos
Quarta-feira, Julho 27, 2005
Elvis & Carlos
Elvis & Burt
Até o álbum Delivery man, que saiu ao mesmo tempo de Il Sogno, que retoma a vertente mais áspera da música de Costello, já mostra a mestria em gerir silêncios e explosões sonoras mais ou menos ruidosas. A própria estrutura rítmica das canções é muito mais complexa e variada. Uma delícia para ouvidos habituados a sons adstringentes.
Mas a minha sugestão é ouvir o álbum que Elvis construiu a meias com o grande Burt Bacharach. Painted from memory. Lembro-me de Elvis ter confidenciado numa entrevista que uma das coisas que aprendeu com Burt foi a de ter calma ao compôr canções. Calma no sentido de não se apre
ssar a dar ao ouvinte tudo de uma vez. Se temos uma melodia bonita, para quê desperdiçá-la no primeiro minuto da canção. Façamos uma introdução, um verso, outro, uma ponte, um novo verso, ... sei lá. Preparemos com cuidado a apresentação da melodia que pretendemos que seja o cerne da canção. A lição que ele aprendeu eu aprendi-a também por via dele (Bandura chamaria a isto aprendizagem vicariante).Reparem na foto da capa do álbum. Quem já teve aulas de música reconhece imediatamente esta imagem como a do mestre que explica ao discípulo como aperfeiçoar algo na sua prestação. A humildade musical deste homem chega a este ponto. Mostrar-se na capa de um álbum como mero aprendiz.
Terça-feira, Julho 12, 2005
Zorn2
Domingo, Julho 10, 2005
Zorn
Sexta-feira, Julho 08, 2005
Jazz
Quarta-feira, Julho 06, 2005
Perry Blake
Está a revelar-se uma descoberta. Para ouvidos calmos e pacientes.
Miles
Note-se que os arranjos estiveram a cargo dos senhores John Lewis (que também esteve ao piano), Gil Evans e do próprio Mulligan.
Uma das grandes chaves dos génios é saberem rodear-se de assaliarados geniais. Miles fez escola nesta arte.
Clássicos
Obrigatório para quem gosta de jazz, e para quem o quer conhecer.
Domingo, Julho 03, 2005
LIVE8 - o que faltou...
Sir Paul
Pink Floyd3
Como fã gostava que este encontro potenciasse outros, mas julgo que parte da força desta aparição de sábado reside exactamente na sua irrepetibilidade.
Sexta-feira, Julho 01, 2005
RTP...
Terça-feira, Junho 28, 2005
Mais uma do Ludwig
Domingo, Junho 26, 2005
Pechinchas
Segunda-feira, Junho 13, 2005
Pink Floyd2
Pink Floyd
Mesmo com os ses e mas é um acontecimento. Pela primeira vez desde que eu sou fã dos Pink eles tocam juntos tal como eu me habituei a ver em imagens arqueológicas dos 70. Boa Bob. Assim já nem quero saber da dívida do terceiro mundo. Por mim, já está paga!
Mertens
Sexta-feira, Junho 10, 2005
Pat
Domingo, Junho 05, 2005
e. e. cummings (sobre música, digo eu!)
Who pays any attention
to the syntax of things
will never wholly kiss you
(já que sentir é primeiro
quem presta alguma atenção
à sintaxe das coisas
nunca há-de beijar-te por inteiro)
e. e. cummings, xix poemas, tr. Jorge Fazenda Lourenço, Assírio e Alvim, 1998, pp. 38,39.
Terça-feira, Maio 24, 2005
Wittgenstein sobre compreensão
Segunda-feira, Maio 23, 2005
Sobre (os dois) Wittgenstein
Wittgenstein sobre «o belo» e «o bonito» 2
Wittgenstein sobre «o belo» e «o bonito» 1
Sexta-feira, Maio 20, 2005
Sobre palavras sobre sons
Escrevendo fazemos comparações aproximadas entre os objectos que pretendemos nomear. E entre eles e certas qualidades.
Duality
Este album possui duas preciosidades que constam da banda sonora do filme de Michael Mann «The insider» (O informador) com Al Pacino e Russell Crow nos principais papéis. Aliás a Banda sonora é também da responsabilidade da dupla Gerrard/Bourke, embora inclua peças musicais de outros músicos, como por exemplo Jan Garbarek ou os Massive Attack. As tais preciosidades são Tempest e Sacrifice. Já no contexto do filme são canções poderosas, isoladas da contaminação das imagens são ainda mais fortes e apelativas.
Todo o album possui o registo que se espera de Lisa Gerrard: vocalizações enigmáticas sobre tapetes sonoros ora suaves, ora angustiantes. Sacrifice é mesmo uma canção obrigatória.
The human game é o momento menos típico de Lisa Gerrard, porque se aproxima mais do mainstream da música popular. Mas é igualmente belo.
A qualidade e a prudência do som de Bourke. Sim. Prudência também existe na música. A capacidade de não ferir o ouvido que escuta com banalidades ou com arrojos desprovidos de alicerces. A capacidade de não pisar ratoeiras que algum delírio artístico por vezes coloca em frente dos músicos. O comedido som tribal das percussões. Quase urbanas.
A entoação do canto evocando tradições celtas e árabes. Aliás, o uso das diversas escalas (além da tradicional diatónica - usada à náusea pelo pop-rock mainstream) é uma das chaves do som vocal de Lisa. A transição de uma para outra como a coisa mais natural do mundo. A elevação da mais simples escala a uma qualidade harmónica pouco usual.
Um album calmo, mas não relaxante como as tretas do chillout blábláblá....
Um album com música para se reflectir sobre si próprio. Disse música, não disse palavras. A própria música faz-nos pensar. A mim faz. Oiçam e pensem.
Quinta-feira, Maio 19, 2005
musicareal
Música!
Não rock, não jazz, não clássica, não ...
Apenas música.
O Fernando, que era o único que eu lia, já não escreve. A sorte é madrasta. Das más!
Já não escreve o Fernando e eu já não leio. Nada. Passei apenas a ouvir.
E vou tentar escrever. Mas já li Wittgenstein. E escrever sobre arte depois de o ler é extremamente difícil. Mas não impossível.
Comecemos por ouvir. As palavras que esperem.
Que tal Lisa Gerrard e Pieter Bourke? O álbum Duality é um bom começo. Julgo.
www.lisagerrard.com
www.pieterbourke.com





